
O destino é como um jogo de dados.
Um jogo incerto e irremediável que começamos a jogar mal acabamos de nascer e cujos lances repetimos de cada vez que respiramos, sem saber se a sorte será propicia aos nossos sonhos.
E, nesse jogo trapaceiro e fantástico, que nos faz esquecer os nosso próprios medos, avançamos todos os dias; escolhendo ou recusando os números da sorte e da desgraça.
Isto, apesar de todo o nosso empenho em evitar as armadilhas do destino ser tão inútil como o choro perante a Morte.
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